Não creio, no sentido filosófico do termo, na liberdade do homem. Todos agem não apenas sob um constrangimento exterior mas também de acordo com uma necessidade interior.
Albert Einstein
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
Não tem jeito...
Quando sente o coração apertado, um nó na garganta que não afrouxa de jeito nenhum
É hora de dar tratos à bola e descobrir o que está lá...bem no fundo, tão esquecido e incomodando tanto, esperneando, querendo sair.
E aí, ou a gente solta o bicho ou prende de vez...mas de qualquer maneira, TEM QUE ENCARAR!!!
Quando sente o coração apertado, um nó na garganta que não afrouxa de jeito nenhum
É hora de dar tratos à bola e descobrir o que está lá...bem no fundo, tão esquecido e incomodando tanto, esperneando, querendo sair.
E aí, ou a gente solta o bicho ou prende de vez...mas de qualquer maneira, TEM QUE ENCARAR!!!
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Canção das mulheres
Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta. Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor. Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso. Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes. Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais. Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida. Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!'' Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize. Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire. Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso. Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher. Lya Luft |
domingo, 12 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
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